quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Sete dias
Nunca pensei que sete dias seriam suficientes para eu me apaixonar mais por você e perceber, dentro destes mesmos setes dias, que você na realidade não passa de uma pele morena linda, um sorriso perfeito, um corpo digno de muitos olhares e uma facilidade imensa de iludir, enganar, brincar com quem tanto te quer bem. A intensidade do gostar que tinha por você é a mesma do nojo que hoje sinto. Não te desejo mal algum, mas sim que você possa crescer. Sim, crescer, amadurecer; pois idade você tem, mas esqueceu que brincar é coisa de criança e brincar com sentimentos é coisa de idiota.
domingo, 9 de outubro de 2011
Pedaços...
E me perguntam como estou e mesmo estando estraçalhada por dentro, respondo: "Tudo bem." Mas não estou.
Coração partido novamente. E novamente juntei os pedaços, sacudi a poeira, ajeitei a franja e segui em frente. Rápido? Necessário. Eu posso escolher entre ficar triste e chorando as 24h diárias que Deus me dá ou esquecer, viver. Sempre preferi viver.
E não, não ache que tenho uma moela no lugar do coração, como muitos acham. Tenho coração. Amo, sonho, desejo, sofro como uma garota normal, uma pessoa normal. Mas não sou tão idiota a ponto de sofrer por muito tempo. Não nasci para sofrer por uma pessoa que não tira 5 minutos de seu dia para pensar se eu estou bem ou não.
Repito: tenho coração. E também tenho cérebro. E isso me salva. É exatamente esse cérebro que tentou impedir que meu coração se apaixonasse que agora o abraça. Não xinga, não briga, não repreende; apenas o abraça e silencia. Mas o cérebro deveria brigar com o coração. Não. Ele sabe bem que meu coração agiu dessa forma, absurda, por que achou que fosse dar certo, acreditou, se apaixonou, se entregou, se enganou... mais uma vez.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Essa é a parte da vida em que a garota desastrada junta os pedaços de seu coração apaixonado e recém quebrado, guarda em uma caixa, tranca e escreve de uma forma louca e incessante que mais parece um modo estranho de salvar uma vida. Talvez a dela mesma.
Por mais que nos julguemos fortes e inabaláveis, por mais que pensemos que estamos prontos para segurar as lágrimas, prontos e eficazes para esquecer... percebemos, da pior maneira, que não estamos nunca prontos para sofrer.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
Minhas mãos tomam de conta do papel, da caneta e a única razão de tantas palavras é você.
Tentei, tento, mas não há como. Chego, te vejo. Finjo não te ver, não te olhar, não pensar em você, não sonhar com você, não desejar você. E me pergunto a todo momento até quando ficarei nessa situação, até quando brigarei com meu coração...
A resposta está com você.
sábado, 17 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Silêncio. Paciência.

E então me encontro, mais uma vez, em uma situação complicada. Não sei o que fazer, o que falar, para onde ir.
Amor? Não, não. Dessa vez o órgão que tem por finalidade me fazer sofrer não é culpado. Dessa vez.
Não sei como expressar isso. Juro que tento mas não consigo. Na verdade, a única forma de amenizar essa dor, esse sentimento é o silêncio. Estranho, mas é.
Sendo assim, silenciemos e esperemos que tudo melhore.
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